sexta-feira, 29 de abril de 2016

15ª Sessão do Clube História em Movimento

      EB 2,3 de Amarante
              Fotografia de Anabela Matias de Magalhães
                
 15ª Sessão do Clube de "História em Movimento"

       Nas últimas sessões do clube História em Movimento estivemos a trabalhar num projeto realizado a partir do software "Windows Movie Maker" que vem previamente instalado em qualquer computador fabricado pela empresa Windows. Este projeto está a ser realizado tendo como base o vídeo publicado pela Plataforma de Apoio aos Refugiados intitulado "E se fosse eu? Fazer a mochila e partir." A turma "pioneira" foi a turma do 9ºB, cujo vídeo já obteve mais de 400 visualizações, essenciais para difundir a causa dos refugiados que afluem à Europa, por variadíssimas razões mas especialmente em consequência da guerra civil síria, na qual há intervenção de terceiros que possuem agora responsabilidade de acolher estas pessoas. O drama vivido por estes refugiados passa também pela necessidade de fuga e por terem de reunir numa mochila um conjunto de itens limitados e partir.
        Nesta sessão do clube, que reúne alguns amantes de História da EB 2,3 de Amarante, estivemos a aplicar o conceito do vídeo da PAR, a uma outra turma, o 7ºB, turma esta da qual a nossa professora responsável, Anabela Magalhães, é diretora de turma. Está neste momento em desenvolvimento mas, quando estiver acabado, será com certeza uma obra-prima que será publicada posteriormente neste blogue. Para já fiquem com o vídeo da turma 9ºB.

Postagem realizada por:
-Miguel Freitas 9ºB
-Rui Monteiro 9ºB
-Bruno Mesqita 8ºA
-João Costa 9ºB

sexta-feira, 4 de março de 2016

9ª Sessão do Clube "História em Movimento"

Maqueta de Casa de Çatal Hüyük - Neolítico - Turquia
Fotografias de Rui Jorge e Anabela Matias de Magalhães

9ª e 10ª Sessão do Clube "História em Movimento"

Já se foram dez sessões do mais exuberante Clube de História deste Universo e mais algum e estas sessões estão a ficar cada vez mais interessantes. Hoje voltamos à ação, após duas semanas de pausa devido à impossibilidade da professora Anabela Magalhães comparecer, as reuniões têm prioridade sobre as sessões do Clube, e também por causa das condições climatéricas da nossa região que levaram à queda de neve o que provocou o encerramento da Escola mais cedo do que o previsto e ao envio antecipado de todos os alunos para casa.
A elaboração da maqueta, iniciada há algumas sessões, foi terminada em casa da professora responsável pelo clube "História em Movimento", com o generoso e voluntário contributo do progenitor da mesma cuja colaboração foi valiosíssima para a finalização da maqueta de uma casa típica da aldeia neolítica de Çatal Hüyük  . 
Hoje estivemos a iniciar a construção de um projeto um pouco mais ambicioso, que foi a maqueta completa da povoação neolítica de Çatal Hüyük . Com a ajuda e o esforço de todos os membros presentes, e a partir da reutilização de barro anteriormente usado (a nossa organização é 100% amiga do ambiente), começámos a elaboração da base da maqueta. Procedemos ao alisamento do barro anteriormente mencionado através do utensílio de um rolo de massa providenciado pela professora e da força muscular dos ilustres participantes desta sessão.

Postagem realizada por:

- Miguel Freitas 9ºB
- Eduardo Paiva 9ºB
- Bruno Mesquita 8ºA
- Rui Monteiro 9ºB

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

8ª Sessão do Clube "História em Movimento"

Maqueta de Casa de Çatal Huyuk
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

8ª Sessão do Clube "História em Movimento"

Finalmente estamos a cumprir um sonho antigo. Iniciámos, da melhor maneira, a maqueta de uma casa do povoado neolítico de Çatal Huyuk.
A maqueta é algo complexa para quem nunca fez semelhante trabalho mas não será por aí que a deixaremos por terminar já que este trabalho está a ser do agrado de todos os sócios que nele estão a participar metendo, literalmente, a mão na massa.
Numa próxima sessão, realizaremos a parte esquerda da habitação e depois "só" nos ficarão a faltar os cercados e as escadas... e os animais que espalharemos nos sítios certos.
Daremos novas da evolução deste trabalho.

Nota - A 8ª Sessão do Clube História em Movimento contou do visionamento do documentário de Amadeo de Souza-Cardoso intitulado "À velocidade da inquietação".

Anabela Magalhães

6ª Sessão do Clube "História em Movimento"

Grupo de Trabalho da 6ªSessão do Clube " História em Movimento" 
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

6ª Sessão do Clube "História em Movimento"

Nesta sessão do Clube de História a funcionar na E B 2,3 de Amarante, começamos por fazer uma breve inspeção às salas do Pavilhão 4 a fim de elaborar um inventário de necessidades nos diversos locais de ensino. Concluído o inventário, chegamos à conclusão que as diversas salas apresentam pequenas carências tais como rodapés danificados, paredes escritas, tomadas eléctricas avariadas, portas sem puxadores e fechos. A listagem das necessidades será entregue à Direção do Agrupamento de Escolas de Amarante para que estas sejam colmatadas. 

Posteriormente, passámos à elaboração desta postagem com a finalidade de dar a conhecer a todos os membros presentes no clube o funcionamento de um blogue, neste caso, através deste post no "História em Movimento". 
Após a construção deste texto coletivo, passaremos à introdução de uma fotografia que ilustrará o grupo de trabalho presente nesta sessão, diminuto devido à falta de alguns elementos, hoje dispensados.

Postagem elaborada por:

- Miguel Freitas 9ºB
- Mélissa Guedes 9ºB
- Inês Costa 9ºB
- Rui Jorge 9ºB
- Luana Lopes 9ºB
- Adriana Ribeiro 9ºB 
- Eduardo Paiva 9ºB
- João Costa 9ºB
- Inês Cordeiro 6ºE
- Bruno Mesquita 8ºA

Nota - A 6ª sessão do Clube História em Movimento decorreu no passado dia 15 de janeiro.

5ª Sessão do clube "História em Movimento"


Coroas de Natal - Clube "História em Movimento"
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

5ª Sessão do Clube "História em Movimento"

No passado dia 11 de Dezembro realizou-se a 5ª sessão do Clube "História em Movimento" mas a azáfama foi tal que não tivemos um minutinho para postar fosse o que fosse aqui no blogue pois tínhamos de concluir as coroas de Natal que seriam, posteriormente, colocadas à disposição das três turmas que estiveram representadas no "Mercado Nazareno", mercado este que ocorreu de 18 a 22 de Dezembro, no Claustro da Igreja de São Gonçalo.
A sessão foi um êxito total e os três grupos, sob a minha orientação, terminaram as respectivas obras de arte, iniciadas em sessão anterior, e que foram do agrado de todos.
E assim fizemos História. E assim fazemos a História deste Clube, sempre sempre em movimento, contribuindo ativamente para a angariação de fundos para a viagem de finalistas a Londres.

Nota - Os miúdos e miúdas que pela primeira vez frequentam este clube ainda acham estranho esta professora tirar fotografias com eles de costas para postar neste História em Movimento... mas, dever oblige!

4ª sessão do clube "História em Movimento"


Visita de Estudo ao CIMMA - Clube História em Movimento
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães


4ª Sessão do clube "História em Movimento" - Visita ao CIMMA

     Nesta sessão do melhor clube de História alguma vez criado por um ser humano, nós visitámos o CIMMA ou Centro Interpretativo de Memórias da Misericórdia de Amarante. Tivemos o privilégio de sermos conduzidos pelos simpáticos colaboradores do Centro Interpretativo que nos acompanharam ao longo de toda a visita e nos elucidaram acerca dos objetos de interesse histórico que tivemos oportunidade de visualizar e ainda nos brindaram com factos interessantes acerca da História da Santa Casa da Misericórdia de Amarante. 
       Usufruímos da chance de visitar a sala multimédia que se caracteriza principalmente por possuir um grande ecrã touchpad no centro da referida divisão. As paredes desta sala estavam repletas de imagens de edifícios pertença da Santa Casa da Misericórdia de Amarante, onde seprestam, atualmente, grande variedade de serviços às pessoas mais desfavorecidas da nossa sociedade. O ecrã touchpad continha um oceano de informação sobre a história da Santa Casa da Misericórdia e edifícios alusivos a esta.
       Ao longo do percurso, pudemos observar várias escrituras de beneméritos, ou seja, pessoas que doaram/deixaram bens ou dinheiro à Santa Casa. Posteriormente, fomos elucidados pela empresa Signium, que nos expuseram o trabalho que é necessário desenvolver para conservar e restaurar livros, que nós escutamos muito atentamente. 
          

Postagem feita por:

- Miguel Freitas 9ºB
- Eduardo Paiva 9ºB
- Rui Jorge 9ºB
- Luís Teixeira 7ºB
- Fábio Queirós 7ºB

Nota - A frase de abertura deste texto pertence ao Miguel Freitas que, desde o seu 7º ano de escolaridade, ano em que foi sócio pela primeira vez deste clube, se refere ao História em Movimento com este entusiasmo e eloquência

sábado, 5 de dezembro de 2015

4ª Sessão do Clube de História - Visita de Estudo ao CIMMA


Visita de Estudo ao CIMMA - Clube História em Movimento
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

4ª Sessão do Clube de História - Visita de Estudo ao CIMMA

Ontem, aos últimos 100 minutos do período letivo da tarde, deslocamo-nos ao CIMMA - Centro Interpretativo de Memórias da Misericórdia de Amarante - para uma visita de estudo previamente combinada e agendada no facebook... sim, o facebook é também espetacular para agilizar o trabalho!, com a drª Ana Patrícia Antunes Ferreira, técnica superior de conservação e restauro da Signinum, Gestão de Património Cultural, técnica e empresa já nossas "velhas" conhecidas da intervenção realizada na Igreja de Nosso Senhor dos Aflitos, mais conhecida entre nós pelo nome de Igreja de S. Domingos.
Ontem, sócios do Clube História em Movimento, e eu própria, tratadora do dito Clube, tivemos oportunidade de ver pela primeira vez este espaço museológico pertencente à Misericórdia de Amarante, instituição presente aqui na terra desde, pelo menos!, 1529, e que está aberto ao público desde finais de setembro, de segunda a sexta-feira, das 14h às 17h.
Sempre guiados, visitámos a Sala Multimédia, a Sala dos Artefactos da Paixão, a zona de circulação, atenção ao exemplar raro dos Lusíadas!, a Sala da Memória. E depois foi tempo de escutarmos as técnicas da Signinum que nos sensibilizaram a todos para os vários materiais utilizados para a feitura das capas dos livros preciosos que constitui parte do acervo deste Centro Interpretativo, a forma de os cozer, os diferentes papeis utilizados, as marcas de água, a impressão, os livros manuscritos... a bicharada que ataca forte e feio a celulose dos livros... e ainda de vermos como é possível através de aparelhos especiais ver para além do aparente, perscrutar o oculto que foi "apagado" da memória o mais das vezes propositadamente.
Os sócios do Clube portaram-se que foi um primor. Eram vinte e quatro e estiveram sempre atentos, seguindo com o máximo de cuidado as explicações que nos foram gentilmente transmitidas.
A todos quantos hoje nos proporcionaram esta maravilhosa visita ao Património Local Amarantino, o nosso obrigada. Ontem mergulhámos na História desta nossa terra. E gostamos tanto que repetiremos.

Anabela Magalhães

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Oficina de Arqueologia Experimental do Paleolítico

Oficina de Arqueologia Experimental do Paleolítico
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Oficina de Arqueologia Experimental do Paleolítico

A oficina, inscrita no Plano Anual de Actividades do Agrupamento de Escolas de Amarante, e dirigida a todas as turmas do 7º ano de escolaridade que frequentam o referido Agrupamento, decorreu no passado dia 23 e 24 de Novembro e foi, como sempre, um êxito.
Assisti, como não podia deixar de ser, à Oficina de Arqueologia Experimental do Paleolítico dirigida aos meus alunos de 7º ano e, todos juntos, embarcámos numa maravilhosa viagem, conduzidos pelo nosso cicerone, o arqueólogo dr. Jorge Sampaio, do Parque Arqueológico do Côa, que, para além de especialista nestas andanças, é também um velho amigo deste Agrupamento, meu amigo em particular.
A viagem levou-nos à fase final do Paleolítico Superior para acompanharmos a luta pela sobrevivência de um pequeno grupo de caçadores-recoletores. E a recriação desta história desenrolou-se à volta da fundamental arte da caça e da realização das armas necessárias para esta perigosa atividade, nomeadamente de uma azagaia que exigia o talhamento do quartzito e do quartzo, os tipos de rocha de longe mais utilizados pelas populações ancestrais que um dia habitaram a região do Côa, mas de propriedades não tão espetaculares como o magnífico sílex, de dureza, durabilidade e eficácia incomparavelmente superiores e que também foi utilizado, muito embora só marginalmente pelas populações do Côa, já que apenas cerca de 1% dos instrumentos líticos aí encontrados são em sílex; exigia também o afeiçoamento de um pau comprido e fino que servisse de suporte à ponta de lança e ainda a feitura de corda a partir de crinas de cavalos, de tendões ou de peles de animais, de raízes, de cascas de árvore, de tripas de animais e que, por incrível que pareça, davam cordas super resistentes testadas com toda a força pelos alunos; e passámos à feitura da cola a partir de uma mistura de resina e hematite triturada que, sob acção do fogo, misturaram-se e deram origem a uma supercola muito ecológica e reversível, para além de muito eficaz. Por fim, a azagáia necessitava apenas dos estabilizadores, penas de pássaros, pois então!, que permitiam à arma planar em linha reta, eficazmente em direção ao alvo.
Sempre guiados pela mão do nosso magnífico cicerone, o arqueólogo dr. Jorge Sampaio, foi tempo de passarmos ao fabrico do fogo através dos dois métodos usados em tempos paleolíticos - por choque ou percussão de duas pedras e ainda por fricção, usando dois pedaços de madeira de diferentes durezas, a mais macia a que fica fixa e a mais dura a que gira rapidamente sobre a outra - e de falarmos do uso do fogo em fogueiras, nalguns casos enormes, de dois ou três metros de diâmetro, que serviam de grelhadores gigantes. Entretanto os alunos olhavam espantados para a água a ferver à conta de pedras muito quentes deitadas dentro da água guardada numa "panela" de pele... sim, era possível fazer um chá paleolítico... quem diria!
E o dr Jorge Sampaio abordou a arte - como se conseguiam os pigmentos de cor na Natureza para a fabrico das tintas, como se faziam os pincéis, como se pintavam, através de um aerógrafo primitivo, as mãos em negativo nas paredes das grutas, cavernas, abrigos... e nada melhor do que exemplificar... agora, no século XXI, sobre uma folha branca de papel e foi assim que todos os alunos tiveram direito à sua mão pintada em negativo que ficará arquivada no Portefólio de História
Tal como já escrevi num outro post sobre a mesma temática - Dever cumprido! A História quer-se coisa entusiasmante e esta aula, tenho a certeza!, foi entusiasmante.

Obrigada, dr. Jorge Sampaio! Pela ajuda inestimável, pelo entusiasmo, pelo contributo ímpar e pela clareza da aula, tão do agrado de todos os presentes.

Nota - Peço desculpa pelo atraso com que saiu esta postagem... mas a verdade é que o trabalho tem sido descomunal.