Mostrar mensagens com a etiqueta Clube de História Palestras. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Clube de História Palestras. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Palestra "Os Diabos de Amarante"


Palestra "Os Diabos de Amarante" - EB 2/3 de Amarante
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães


Palestra "Os Diabos de Amarante"

A palestra decorreu hoje pelas 17 horas, prolongou-se até às 18:20 tendo contado com a presença dos sócios do Clube de História e dos membros do Clube de Teatro da EB 2/3 de Amarante, para além dos professores Gabriel Vilas Boas, Maria Rosa Pereira, Margarida Assis, Elisabete Costa e o nosso colaborador incansável, José Luís Taveira, responsável pelo Clube de Vídeo que nos faz sempre a reportagem destas atividades que tiram a Escola da rotina e que abrem outras janelas aos alunos que delas beneficiam. Agradeço a todos a sua presença.
Acho que posso afirmar que a palestra foi um êxito. Os alunos participaram entusiasmados e, para o êxito verificado, muito contribuiu a presença do afamado casal amarantino de mafarricos, mesmo se foram as réplicas que se deslocaram à Sala de História acompanhando a Drª Cláudia Cerqueira e o Drº Renato Teixeira que, igualmente, contribuíram para o êxito da mesma com o seu profissionalismo, generosidade e simpatia. A colaboração estreita entre instituições, neste caso entre o Museu Amadeo de Souza-Cardoso e a EB 2/3 de Amarante, continua a dar os seus frutos e estas instituições locais tudo têm a ganhar se unirem esforços nesta causa comum que é a Educação. Haja quem dê o litro porque nada cai do céu aos trambolhões, haja quem lhes dê alimento. Nós continuaremos a trilhar este caminho convictos de que este é o caminho certo que nos levará a um futuro mais radioso e simpático.
Muito obrigada Cláudia! Muito obrigada Renato. Sem vocês e os mafarricos, hoje teria sido um dia igual a tantos outros na Escola. Assim, não o foi. Ficará na memória de quem assistiu a tão interessante palestra.
E não me alongo mais porque quero deixar espaço à palavra escrita que os meus alunos me farão chegar às mãos e que publicarei logo de seguida.

Anabela Magalhães

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Clube de História - 25ª Sessão de Trabalho - Alunos


Palestra "Vida e Obra de Amadeo" - Sala de História - EB 2/3 de Amarante
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

Clube de História - 25ª Sessão de Trabalho

Na passada sexta-feira, dia 27 de Maio, tivemos o privilégio de assistir a uma palestra orientada pela Drª Cláudia Cerqueira e assessorada pelo Dr Renato Teixeira que teve como finalidade aprofundar os conhecimentos dos alunos que fazem parte do Clube "História em Movimento", sobre Amadeo de Souza-Cardoso. Nesta palestra ficámos a conhecer melhor o lado humano e artístico deste Grande Pintor Amarantino.
Gostávamos de agradecer à Srª Professora Anabela Magalhães, à Drª Cláudia Cerqueira e ao Dr Renato Teixeira, sem o trabalho dos quais a palestra não se realizaria.
Como sócios, frequentadores deste Clube, esperamos que mais palestras e muitos outros eventos deste tipo sejam organizados para os alunos vindouros.

Edu Capestru e Abel Aires

Enquanto o Edu e o Abel faziam o texto acima transcrito, os restantes alunos ultimavam os trabalhos que deverão integrar a exposição que organizaremos na próxima semana, no pavilhão central da EB 2/3 de Amarante.
Daremos novas.

Anabela Magalhães

sábado, 28 de maio de 2011

Clube de História - Palestra

Palestra "Vida e Obra de Amadeo" - Sala de História -EB 2/3 de Amarante
Fotografias de Anabela Matias de Magalhães

Clube de História - Palestra

A palestra que ontem decorreu na Sala de História da EB 2/3 de Amarante, integrada no Projecto "História em Movimento", mais concretamente no Clube de História e na parceria por mim estabelecida entre a EB 2/3 de Amarante e o Museu Amadeo de Souza-Cardoso, palestra subordinada ao tema "Vida e Obra de Amadeo", foi um êxito.
Assistiram os sócios do Clube de História, que a palestra era-lhes dirigida, e ainda os alunos que apareceram pedindo para escutar os nossos palestrantes de fim de tarde de sexta-feira e que trocaram, voluntariamente, um último tempo de brincadeira na Escola, por uma actividade mais séria, colateral ao seu percurso escolar em que se procura sensibilizar esta gente nova para a História Local, para a importância de um património que é nosso, amarantino em primeiro lugar, mas também português e, mais do que isso, mundial.
As visitas apresentaram-se mais do que a horas e, quando eu subi ao Pavilhão Central, já me esperavam no átrio da Escola, acompanhadas de um personagem muito especial, um Amadeo de Souza-Cardoso em tamanho natural que assentaria como uma luva na Sala de História, junto das duas reproduções de desenhos de Artista, que ajudam a tornar o nosso espaço mais simpático, acolhedor, humanizado.
A palestrante foi a Drª Cláudia Cerqueira, personagem inigualável a quem eu sempre peço que me guie os miúdos no museu, durante as visitas que sempre preparo com as minhas turmas de nono e as minhas turmas de CEF quando lhes lecciono o módulo de Património, dado que lhe reconheço uma sensibilidade incrível para a faixa etária em causa. Aquando do regresso à escola os comentários dividem-se em entusiasmados "Foi fixe!" e louvores à simpatia, profissionalismo e originalidade da Drª Cláudia Cerqueira.
Pois ontem foi fixe. A Drª Cláudia Cerqueira apresentou-se com um braço direito simpatiquíssimo e primoroso, Renato Teixeira, nosso antigo aluno que aproveitou para rever o espaço que também foi dele um dia.
A palestra decorreu num ambiente descontraído, com parte dos alunos já velhos conhecidos dos intervenientes, e percorremos juntos a "Vida e Obra de Amadeo, contextualizando-o numa fase final de monarquia e início do novo regime político do qual somos hoje herdeiros. Observámos fotografias de família, belíssimas, com aquela patine que só o tempo lhes dá e,acima de tudo, os miúdos tomaram consciência da importância do personagem original, determinado, senhor do seu nariz, de uma criatividade à prova de bala num contexto português tão tacanho e tão adverso, percurso por certo só possível porque Amadeo foi beber a Paris, a Cidade Luz onde tudo acontecia, onde todos os movimentos de vanguarda surgiam entre gente empenhada em rasgar cânones, entre gente empenhada em fazer diferente.
A palestra foi toda filmada e fotografada pelo nosso professor Taveira, elemento indispensável para que estas actividades não se esboroem no ar. Agradeço-te, Taveira, a disponibilidade sempre demonstrada, a que me respondes sempre com um sorriso, quando te proponho mais trabalho...
E obrigada, Cláudia! E obrigada, Renato! Obrigada por um fim de tarde que, penso, foi também do vosso agrado. Sem dúvida que do nosso foi. Muito. Tanto que repetiremos para o ano.

Anabela Magalhães

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Clube de História - Palestra "Vida e Obra de Amadeo"


Retrato de Homem (c. 1914) - Museu Amadeo de Souza-Cardoso
Fotografia de Anabela matias de Magalhães

Clube de História - Palestra "Vida e Obra de Amadeo"

Está tudo combinado e a palestra, subordinada ao tema "Vida e Obra de Amadeo", decorrerá na próxima sexta-feira, na Sala de História da EB 2/3 de Amarante e terá como público-alvo os alunos que integram o Clube de História, apelativamente baptizado de "História em Movimento".
Esta palestra decorre da parceria, por mim estabelecida, entre a EB 2/3 de Amarante e o Museu Amadeo de Souza-Cardoso, que já deu, e continua a dar, frutos mais do que suculentos.
O relacionamento entre estas duas instituições locais, tão ligadas à cultura, aprofunda-se e dinamiza-se vencendo letargias muitas e o Projecto move-se, movendo com ele a História.
Aproveito para agradecer publicamente a receptividade ao projecto "História em Movimento" por parte de todos quantos habitam o nosso magnífico museu local. Sem excepção. Porque sempre me receberam com carinho e sempre demonstraram boa receptividade e acolhimento relativamente às sugestões por mim deixadas para esta ou aquela actividade alimentadora da parceria pré-estabelecida e porque receberam sempre os meus alunos com enorme simpatia e profissionalismo.
Estamos na recta final, é certo, mas é igualmente certo que para o ano retomaremos os trabalhos com a certeza de que não começaremos do zero.

Anabela Magalhães

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Palestra - Conteúdo - A Intervenção do Arquitecto Alcino Soutinho no Museu Amadeo de Souza-Cardoso


Panfleto Realizado em Exclusivo para os Sócios do Clube
"História em Movimento"

Palestra - Conteúdo - A Intervenção de Alcino Soutinho no Museu Amadeo de Souza-Cardoso

A INTERVENÇÃO DE ALCINO SOUTINHO NO MUSEU AMADEO DE SOUZACARDOSO
Amarante 1973/1980

A apresentação foi iniciada com uma breve explicação do âmbito do trabalho, realizado para a disciplina de Espaço Público e Formas dos Equipamentos (4º ano da Faculdade).
A apresentação foi dividida nos seguintes pontos:

1. Inserção no contexto: O Museu Amadeo de Souza-Cardoso ocupa o antigo edifício do Convento de São Gonçalo. O Convento é uma obra do final do século XVI de traçado próprio e irrepetível em quatro séculos de história. Localiza-se no centro histórico da cidade de Amarante, fazendo parte integrante da imagem da cidade.
- A recuperação e adaptação do Convento ao espaço do Museu partiu de uma encomenda feita pela Câmara Municipal de Amarante ao Arquitecto Alcino Soutinho, arquitecto do Porto, tendo sido aluno e professor da mesma escola em que eu andei (Faculdade de Arquitectura do Porto).
- A cidade de Amarante, terra banhada pelo rio Tâmega que atravessa a cidade através de um vale cavado por si, é um dos maiores concelhos do distrito do Porto, situada no seu extremo oriental. Mantém o seu núcleo histórico bem solidificado, sobressaindo na imagem da cidade a cor e a textura do granito que domina as construções da época, mantendo-se a tradição. O centro histórico da cidade surge assim junto ao rio Tâmega, nas duas margens.
- Em todo o território, edifícios religiosos, de um enorme valor, foram surgindo de forma imponente e robusta. São Gonçalo, a Igreja e o seu Largo são as origens do povoamento da cidade e o seu centro. Todo o concelho foi crescendo em volta deste núcleo moldado pela história.
- O Convento de São Gonçalo é O edifício da cidade. A igreja do Convento é a imagem caracterizadora do perfil urbano e da paisagem da cidade.

2. História do Convento: No lugar mais central da cidade, surgiu o edifício do Convento imponente.
Convento surge mais de três séculos antes de Amarante ser cidade. É ele que polariza tudo o que a cidade tem de mais valioso. A sua volumetria domina a malha urbana sendo a partir dela que a cidade se distende.

3. Amadeo de Souza-Cardoso: A personagem de Amadeo nasce em 1887, em Manhufe, freguesia de Mancelos e surge para dar nome a este novo espaço da cidade, como grande pintor nacional e de referencia para a cidade.

4. O projecto de Soutinho: Em 1973, inicia-se um plano de obras no Convento, com projecto do Arquitecto Alcino Soutinho, incidindo em 2 fases. A primeira fase e mais importante, sobre a qual o estudo incidiu, é sobre o 2º claustro, a reposição do corpo de separação do 2º e 3º claustros e obras de adaptação do claustro ao museu. A reconstituição dos dois claustros foi a alteração mais significativa da recuperação/ adaptação do Convento. Os dois espaços encontravam-se desvirtuados devido à demolição de um anterior corpo que os separava. Mas as pessoas na cidade, algumas, nunca chegaram a conhecer este anterior corpo.
Numa 2ª fase, nos anos 80, ampliam-se os espaços destinados à Pintura e Escultura, e realiza-se um programa envolvendo as áreas de recepção, das exposições temporárias e das reservas da Biblioteca-Museu.
- Acesso: A fachada longa e branca revela bem a solidez do edifício. É a partir de um dos vãos que a compõem que acedemos ao interior. A entrada faz-se de frente para uma homenagem a Teixeira de Pascoaes. A entrada no edifício é feita por uma única porta situada no piso do r/chão, ao centro do edifício. É por este átrio de entrada que acedemos a todas as partes.
- Piso do Claustro: No átrio, localiza-se a recepção, bem como o acesso a uma pequena sala de exposições. O momento da entrada e o átrio são separados de nível através de 4 degraus, de forma a criar dois momentos distintos. Quando se sai do átrio pela porta imediatamente em frente deparamo-nos com um espaço a céu aberto, bem delimitado lateralmente por quatro fachadas. As fachadas Este / Oeste são quase simétricas, sendo a lógica a mesma. O r/chão é todo em pedra à vista, respeitando o ritmo de colunas. Os corredores de circulação por detrás delas é que variam na sua expressão. É por estes corredores de circulação que percorremos o espaço, podendo sempre, a qualquer momento admirar o edifício na sua totalidade no ponto central deste - no centro do claustro. Todo ele é delimitado por colunas em pedra, com excepção da fachada da autoria do arquitecto Alcino Soutinho pois só possuí uma meia coluna.
- Pelo corredor do corpo Sul, acede-se ao piso superior (piso 1), tendo, antes de subir o primeiro degrau, uma vista sobre o 1º claustro (claustro da Igreja). Sobem-se dois lanços de escadas até ao momento de entrar na porta da Varanda que nos levará até ao momento de entrada no interior do espaço das exposições. Há uma porta ao fundo. Entramos no interior.
- Proporção do Corte: Em corte é visível a proporção (relação altura e largura e respeito pelo existente) do claustro e do conjunto. Nesta nova ala, o arquitecto optou por, no piso superior, diminuir ao pé direito, sendo um piso quase como que familiar. Neste espaço mais rebaixado, da sala do Amadeo de Souza-Cardoso, a iluminação é feita por meio de clarabóias bastante inclinadas, conferindo uma maior dimensão ao edifício.
- A noção de conjunto, no último corte, onde aparecem os dois claustros, lado a lado, é evidente. É criada até quase uma ilusão de simetria.
- Piso do Museu (Interior): Este espaço, composto por três naves, deve ser entendido
longitudinalmente. Trata-se portanto de um percurso central ladeado por duas alas expositivas separadas por dois pórticos. O desenho destas peças atribui ritmo ao percurso pela variação da forma e dimensão dos vãos. Aberturas altas e estreitas alternam com vãos baixos e mais largos. Esta cadência atribui também qualidades específicas à relação transversal entre as duas alas expositivas. Deste modo, além de uma percepção longitudinal do espaço das alas, pode também perceber-se a formação de outras salas (transversais) definidas pelos vãos do pórtico principal.
- Corpo Novo: O aspecto mais marcante nesta obra é a reconstituição dos dois claustros. A construção de um novo volume, branco e imponente no conjunto arquitectónico existente repõe a primeira forma deste espaço. Esta nova estrutura, ao mesmo tempo que respeita a volumetria anterior, outrora existente, sugere um novo diálogo com a história, auxiliado por um desenho original, intimamente estimulado pelas préexistências.
Ao contrário do edifício do antigo Convento, todo construído em pedra e também desta forma
recuperado, o novo corpo é inteiramente construído em betão, com vãos em vidro e caixilharia de alumínio.
A intervenção do arquitecto resultou de uma interpretação subjectiva da obra.
- O arquitecto trabalhou a fachada da nova ala como um corpo novo que permite, em simultâneo, dois entendimentos do espaço, correspondentes às duas formas que este assumiu ao longo do tempo. O desenho desta fachada sugere as noções de fragmento e ruína. O grande plano branco fragmenta-se e quebra para mostrar o segundo claustro. Ao mesmo tempo, a “meia-coluna” é metáfora da noção de apoio, podendo também ser entendida como imagem romântica de uma ruína. As três fachadas que delimitam o claustro, no piso térreo, são constituídas por pórticos em pedra, já existentes no anterior Convento. O corpo branco faz como que uma continuidade às fachadas Este e Oeste do 1º piso. A coluna em pedra é colocada de forma metafórica, como uma não perda da identidade do lugar. A memória permanece. O novo volume está em balanço mantendo a ideia de galerias de circulação exteriores cobertas.
- O desenho do Pormenor: Tudo está pensado ao mais detalhado pormenor. Desde a coluna, ao candeeiro, ao puxador da porta, tudo foi desenhado para este espaço apenas.
- Todos os espaços são dominados pela cor branca e pela cor natural da própria pedra, desde a fachada ao pavimento exterior. As fachadas recuperadas do claustro, com o piso do r/chão em pedra e o piso superior pintado de branco evidenciam uma ordem natural. Sugere-se o elemento mais “pesado” em baixo, que suporta o plano branco mais leve. Os fustes e capitéis destruídos foram substituídos por novas peças com forma estilizada e abstracta. Em situações pontuais, são deixadas aberturas no reboco da parede para mostrar elementos do passado.

5. Uma obra posterior: Mercado do Carandá (Braga) de Souto de Moura: O grande plano branco permanece. A utilização de uma “meia-coluna” torna-se, da mesma forma, metáfora da noção de apoio, sendo também entendida, de forma romantizada, como uma ruína.
- É evidente e muito expressivo como, tal como no espaço do museu, antigo e novo dialogam lado a lado sem chocar o olhar.
- Sendo esta uma obra de 1980 poderá ter havido alguma influência do que acontece na fachada da ala nova do Museu de Soutinho.

Cláudia Queirós, arquitecta

A palestra decorreu no passado dia 14 de Janeiro e dela dei eco aqui.
Hoje é tempo de partilhar com os meus leitores as linhas mestras dessa mesma palestra, o conteúdo alvo de abordagem durante esse fim de tarde de uma sexta-feira, que, por certo, ficou na nossa memória para sempre.
Obrigada pelo cuidado e atenção, Cláudia!

Anabela Magalhães

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Palestra - A Intervenção de Alcino Soutinho no Museu Amadeo de Souza-Cardoso em Amarante


Palestra - Sala de História do 3º Ciclo - Escola EB 2/3 de Amarante
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

Palestra - A Intervenção de Alcino Soutinho no Museu Amadeo de Souza-Cardoso em Amarante

A Palestra aconteceu no passado dia 14 de Janeiro, na Escola EB 2/3 de Amarante, mais concretamente na Sala de História do 3º Ciclo e esteve a cargo da nossa oradora convidada, Arq. Cláudia Queirós.
É certo que já passaram muitos dias, mas também é certo que só hoje consegui um tempinho para escolher as fotografias, acentuar o contraste em quase todas, colocar um pouco mais de brilho aqui e ali, que isto de manipular fotografias leva o seu tempo.
Confesso que não é costume meu fazer-lhes qualquer tipo de manipulação e, por norma, publico directamente o que capto através da minha lente... só que a máquina com que tirei estas fotos não era minha, estava quase sem luz e foi o que saiu, foi o que foi possível... ai que saudades da minha máquina já aqui comigo, hoje, agora como nova, de novo.
Aqui vos deixo o SlideShow possível, alunos meus. Espero que, apesar de tudo, gostem dele. É um registo que fica desta nossa actividade que nos ocupou um último bloco, de uma sexta-feira, na Escolinha.
Haverá mais.

Anabela Magalhães

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Clube de História - Palestra - A Intervenção do Arquitecto Alcino Soutinho no Museu Amadeo de Souza-Cardoso


Palestra - A Intervenção de Alcino Soutinho no Museu Amadeo de Souza-Cardoso
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães

Clube de História - Palestra - A Intervenção do Arquitecto Alcino Soutinho no Museu Amadeo de Souza-Cardoso

Para começar, queríamos mencionar o nome da prestigiada arquitecta Claúdia Queirós que disponibilizou parte da tarde de sexta-feira para nos oferecer uma maravilhosa experiência e ficarmos a conhecer os segredos que o nosso grandioso Museu Amadeo de Souza-Cardoso preserva para os seus visitantes.
Durante a palestra a arquitecta Cláudia Queirós explorou o projecto de remodelação a cargo de Alcino Soutinho e foi também mencionada a polémica criada à volta desta intervenção, ocorrida nos anos 80, em que o corpo novo, que de novo dividiu o segundo e terceiro claustros, foi apelidado de "Muro da Vergonha", pela população local.
Informou-nos ainda da história do convento, posteriormente transformado em museu, e mencionou que, de vários pontos do rés-do-chão e do 1º piso, podemos  observar, em simultâneo, o novo corpo e os vários claustros, incluindo o claustro da honrosa Igreja de São Gonçalo.
Esperamos, em breve, voltar a ter outra oportunidade como esta que nos abriu um belíssimo fim-de-semana, pois, afinal, a palestra decorreu ao último tempo da tarde de sexta-feira.
Para finalizar, fica aqui um agradecimento à belíssima arquitecta Claúdia Queirós e também queremos agradecer à nossa fantástica professora Anabela que nos conseguiu proporcionar aquela interessante palestra.

Ana Teixeira, Laryssa Malosto e Ricardo Pnheiro
Turma 8ºC

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Clube de História - Palestras


Museu Amadeo de Souza-Cardoso - S. Gonçalo - Amarante
Fotografia de Cláudia Queirós

Clube de História - Palestras

Porque o tempo não pára e nós não estamos mortos apenas porque estamos em interrupção lectiva, aproveito agora o tempo entre-festas para ultimar a logística das actividades previstas para o mês de Janeiro, no âmbito do Projecto História em Movimento.
Durante os próximos dias 4, 11 e 12 de Janeiro, acompanharei os meus alunos de 9º ano ao Museu Amadeo de Souza-Cardoso, projecto já referenciado em post anterior e que pode ser lido aqui.
Após a Visita de Estudo, que será de estreia para alguns alunos neste espaço museológico absolutamente desconhecido de demasiados amarantinos, o final do dia 14, uma sexta-feira que é para sairmos para fim-de-semana em beleza, será reservado a uma palestra conduzida pela arquitecta Cláudia Queirós, intitulada "A Intervenção de Alcino Soutinho no Museu Amadeo de Souza-Cardoso" e que terá como público-alvo todos os sócios do clube História em Movimento.
Garanto que a palestra será interessante. Garanto que a palestra aproximará todos quantos dela usufruírem da História e do Património Local, cumprindo, assim, um dos grandes objectivos do projecto História em Movimento.

Nota - O Projecto História em Movimento alimenta-se continuamente de carolice e de exemplos maiores e generosos de cidadania responsável.
A arquitecta Cláudia Queirós é minha sobrinha e afilhada e foi a pessoa que eu cravei para esta palestra apenas porque sou conhecedora de um trabalho, exaustivo e muito belo, por ela preparado sobre esta temática. Confesso que não ficarei por aqui pois já cravei muitos dos meus amigos que me continuarão a dar uma ajuda mais do que preciosa para que esta aventura esteja em permanente movimento e tenho já várias palestras e exposições alinhavadas que se efectuarão no decurso deste ano lectivo.
O que custa mais é mesmo esta fase, a da implementação/implantação do projecto. No próximo ano, espero que tudo tenha já entrado em velocidade cruzeiro.
Continuarei a dar novas, deste movimento contínuo, neste blogue.

Anabela Magalhães